Ração comercial x dieta caseira: a importância da nutrição responsável para cães e gatos


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Por: Lilian Stefanoni Ferreira Blumer; Ana Laura Frazão Laguna; Ana Carolina de Araújo Martins da Silva; Bianca Anholon da Silveira; Catarina Dias Lima; Isabela Leite Santos; Verônica Giopatto Catalani

Ração comercial x dieta caseira: a importância da nutrição responsável para cães e gatos

Com as mudanças socioeducativas, econômicas e políticas as famílias estão se arquitetando de forma diferente, passando a ter menos filhos gerados ou adotados, adquirindo cães e gatos e os fazendo membros da família (REINO, ABRANTES & CHEDID, 2020). Gradativamente mais, constata-se um maior número de animais domésticos nos lares brasileiros, sendo o Brasil o segundo maior em população mundial de cães e gatos (BRAGANÇA & QUEIROZ, 2021).

Essa atenção especial para com os pets influencia diretamente na alimentação que será fornecida aos mesmos (REINO, ABRANTES & CHEDID, 2020). Bem como os seres humanos, estes animais requerem uma alimentação adequada. Portanto, alimentos e ingredientes que os sustêm devem suprir suas exigências básicas em prol da saúde e longevidade (BRAGANÇA & QUEIROZ, 2021).

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No passado, não existiam alimentos específicos para cada animal. Entretanto, como tantas outras histórias essa também evoluiu, tornando-se um dos negócios mais promissores desse século oferecendo diversidade de alimentos como rações balanceadas secas e úmidas, alimentos alternativos saudáveis e até mesmo específicos para diversos tratamentos (BRAGANÇA & QUEIROZ, 2021).

O Brasil é considerado um dos países que mais fornece alimentos convencionais (industrializados) para animais de companhia, os quais, além de práticos, suprem as necessidades mínimas para uma boa performance do animal. No rótulo desses alimentos, é possível consultar os nutrientes ali contidos, a quantidade e a porção adequada que deve ser fornecida ao animal de acordo com a idade e o porte, facilitando para o tutor o momento da oferta do alimento ao seu animal de estimação (REINO, ABRANTES & CHEDID, 2020).

As rações industrializadas são alimentos balanceados, produzidos de acordo com as normas e fiscalizações do MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento). Contudo, em virtude da carência de conhecimento por parte dos tutores e alguns profissionais sobre as normas de qualidade que devem ser empregadas para preservar as exigências nutricionais diárias dos animais e a saúde dos mesmos, a indústria pet food sofre diversas críticas sobre sua lealdade, tornando-se notável conscientizar profissionais e tutores sobre os benefícios dos alimentos industrializados (PEREIRA et. al. 2021) (Figura 1).

Figura 1. Os atuais alimentos industrializados são altamente seguros, atendendo as necessidades diárias de nutrientes dos animais – Foto: Canva design

Cães e gatos domésticos, sendo membros da ordem carnívora, apresentam hábito alimentar carnívoro e consequentemente anatomia peculiar com dentes caninos bem desenvolvidos, ausência de amilase salivar e estomago bastante desenvolvido com pH extremamente ácido. Entretanto, pertencem a diferentes ramos da ordem, herdando distintos legados de preferencias alimentares. Observa-se com a história evolutiva dos cães, que eles adquiriram algumas características onívoras sendo classificados como carnívoros não restritos, contrário aos gatos que permaneceram carnívoros restritos. Dessa forma, os alimentos disponíveis no mercado apresentam características determinadas basicamente pelas diferenças nas exigências nutricionais e nos hábitos alimentares de cada uma destas espécies (OGOCHI, REIS, ZANGERONIMO & SAAD, 2015).

Os gatos possuem peculiaridade em relação a alimentação e nutrição, exigindo maior atenção no manejo de sua dieta. Devido ao metabolismo específico, estes animais possuem características nutricionais diferentes quando comparados aos cães, como: maior exigência proteica, do aminoácido arginina, da piridoxina e da niacina; necessidade da ingestão de vitamina A pré-formada na dieta e a dificuldade em digerir carboidratos. Vale reforçar, que os gatos são incapazes de sintetizar o ácido araquidônico e o aminoácido taurina, sendo fundamental que estes estejam presentes na dieta (NETO et. al. 2017).

O entendimento dos tutores sobre a necessidade do correto manejo alimentar tem grande importância na vida dos pets (BRAGANÇA & QUEIROZ, 2021). A falta ou o excesso de nutrientes pode gerar um desequilíbrio no sistema fisiológico do animal e predispor o organismo ao mau desenvolvimento corporal e constituição óssea, obesidade, alterações reprodutivas, dentre outras alterações (NETO et. al. 2017).

Hoje, com o crescente uso da World Wide Web, Médicos Veterinários enfrentam uma clientela que possui facilidade de acesso a um grande volume de informações sobre nutrição e medicina de pequenos animais. Estes profissionais encaram o desafio de não somente manterem-se atualizados com as pesquisas emergentes sobre nutrição clínica, incluindo os modismos e tendencias populares, mas serem capazes de compreender o porquê de os tutores optarem por práticas alternativas de alimentação (MICHEL, 2006).

Para uma parte da população que possui animais de estimação, a seleção de alimentos e as práticas de alimentação são influenciadas pelos mesmos fatores sociais e culturais que respondem os comportamentos alimentares de seus tutores. A ideologia, para algumas pessoas, pode exercer um papel importante em suas práticas alimentares e em como alimentam seus animais de estimação, um exemplo disso é o estilo de vida vegetariano ou vegano, por inúmeros motivos, incluindo crenças religiosas, preocupações éticas e considerações de saúde (MICHEL, 2006).

Muitos dos nutrientes que são essenciais na dieta dos gatos são encontrados apenas em ingredientes de origem animal, em alimentos fermentados ou em pequenas quantidades em algumas algas. A necessidade de proteína de cães e especialmente gatos é significativamente maior do que a necessidade de proteína humana, e vários dos aminoácidos essenciais são limitados na maioria das fontes vegetais de proteína (MICHEL, 2006).

Figura 2. Nos últimos anos, tem ocorrido uma tendencia de uso de dietas caseiras

Nos últimos anos, a alimentação caseira, popularmente conhecida como “alimentação natural”, tem despertado grande interesse (REINO, ABRANTES & CHEDID, 2020) (Figura 2). São diversas as razões que exemplifiquem a busca por alternativas às práticas convencionais de alimentação para os animais de estimação.

Muitos tutores de animais de estimação revelam desconfiança em relação aos alimentos comerciais (HEINZE, 2014). Em um estudo realizado por Oliveira et. al (2014) observou-se que em 6,5% dos casos em que os animais recebiam dieta caseira a opção foi tomada pelo tutor que julgava esta alimentação mais saudável.  O papel que a dieta e a nutrição empreendem na manutenção da saúde e na prevenção ou tratamento de doenças é algo que em geral está ao alcance da maioria das pessoas, ainda que elas não entendam a ciência nutricional envolvida (MICHEL, 2006).

A incapacidade de compreender o rótulo dos alimentos para animais de estimação e a preocupação com relação a valor nutricional, tipos e fontes dos ingredientes utilizados nas dietas extrusadas são possíveis motivações para os tutores que optam por alternativas na alimentação de seus pets. Aditivos, conservantes, corantes e aromatizantes despertam certa ansiedade sobre o impacto da ingestão dessas substâncias a longo prazo na saúde desses animais (MICHEL, 2006; PEDRINELLI, GOMES & CARCIOFI, 2017).

O incentivo por dietas caseiras também se baseia nas crenças de que: há maior controle sobre os ingredientes e maior preservação de enzimas e fito nutrientes do que em matérias primas extrusadas. Alimentos caseiros se aparentam a alimentação natural dos cães ancestrais e alimentos comerciais podem ser menos nutritivos ou possuírem menor palatabilidade. Outrossim há o desejo de agradar o pet, compreendê-lo como membro da família, fortalecer o vínculo homem-animal e a tentativa de alcançar vantagens clínicas com a dieta (TEIXEIRA & SANTOS, 2016).

A principal fonte de informação sobre a nutrição animal é o Médico Veterinário, todavia este deve possuir conhecimento suficiente para prescrever uma dieta propicia a cada situação, seja fisiológica ou patológica, preconizando a saúde e o bem-estar do animal (TEIXEIRA & SANTOS, 2016).

Embora seja crescente o interesse entre médicos veterinários e tutores pela alimentação caseira, a grande ameaça associada a este tipo de alimentação, principalmente em casos que não foi prescrita por um médico veterinário capacitado, é a possibilidade de articular deficiências nutricionais (TEIXEIRA & SANTOS, 2016). O hiperparatireoidismo secundário nutricional está entre as principais consequências relatas da deficiência nutricional verificada em cães que recebem alimentação caseira (TEIXEIRA & SANTOS, 2016).

A melhor nutrição é aquela que está em equilíbrio com as exigências nutricionais de cada animal. Uma dieta bem formulada apresenta níveis proteicos e energéticos adequados com base no momento de vida do animal (REINO, ABRANTES & CHEDID, 2020). Em virtude do risco significativo de falta de nutrientes adequados, dietas caseiras nunca devem ser aplicadas em animais em crescimento, gestação ou lactação, pois estas fases exigem muito nutricionalmente (HEINZE, 2014).

Outros riscos que acompanham esse tipo de alimentação são: alimentos processados de forma inadequada, possuindo risco de contaminação biológica; e com relação a praticidade do preparo do alimento, pois, caso o tutor opte por adquirir a matéria prima e preparar os alimentos em casa, será necessário um tempo dedicado somente a isso, de forma semanal ou até diariamente. Em contrapartida, o tutor pode optar por adquirir alimentos pré-prontos, realizando procedimentos simples ao fornecer ao animal (REINO, ABRANTES & CHEDID, 2020).

Mesmo quando uma receita bem formulada é fornecida, a adequação nutricional depende dos ingredientes selecionados e do modo de preparo. Posto isso, o acompanhamento profissional se faz necessário para monitorar o uso adequado da receita; e avaliação do paciente investigando possíveis sinais de deficiência ou excesso de nutrientes (MICHEL, 2006). Como estabelecido pela Associação Mundial de Veterinários de Pequenos Animais a avaliação nutricional é o quinto parâmetro vital e deve ser praticada em todos os atendimentos veterinários (TEIXEIRA & SANTOS, 2016).

Outro dos motivos pelos quais os tutores optam pela alimentação caseira é o valor mais acessível quando comparada aos alimentos industrializados, principalmente àqueles com fins terapêuticos. Entretanto, por meio de um estudo realizado por Vendramini et. al. (2020), concluiu-se que o custo de uma alimentação caseira é relativamente maior quando comparada a industrializada seca, sem a adição dos custos com transporte, água, energia e gás de cozinha, que se somados propiciariam um aumento significativo 

Ainda que diversos problemas estejam relacionados a utilização de dietas caseiras, há casos em que esta, quando adequadamente formulada e preparada, pode ser útil no tratamento e, até mesmo, no diagnóstico de doenças relacionadas a reações adversas ao alimento; situações de carência de alimentos comerciais que atendam às necessidades do perfil nutricional desejado; ou casos em que o animal não acolhe o alimento coadjuvante apropriado a sua enfermidade (TEIXEIRA & SANTOS, 2016).

Proprietários de animais domésticos, por muitas vezes, não reconhecem a necessidade da formulação de uma dieta caseira por um profissional capacitado. Diante disso, buscam receitas em meios de comunicação, não estando cientes de que as dietas caseiras exigem uma preparação complexa, ingredientes específicos e suplementos (PEDRINELLI et. al. 2019) (Figura 3).

Figura 3. Tutores de animais de estimação interessados em fornecer dietas caseiras devem ser encaminhados a especialistas em nutrição animal para garantir a melhor receita possível

 

Um estudo realizado por Pedrinelli, Gomes e Carciofi (2017) buscou avaliar a adequação nutricional de receitas de dietas caseiras disponíveis em diversos meios de comunicação, incluindo livros, sites e artigos científicos. Foram avaliadas 106 receitas, sendo 80 para cães, 24 para gatos e 2 para cães e gatos. Os resultados encontrados foram os seguintes: 48% não tinham determinação precisa dos ingredientes e suas quantidades; 53,7% não continham nenhum suplemento vitamínico-mineral e para as que incluíam suplemento 88,2% não especificavam marca e/ou quantidade a ser suplementada; 10,2% compreendiam ingredientes com potencial tóxico, como cebola e alho.  A falta de informação sobre quanto alimentar o animal foi observada em 71,3% das dietas. Uma grande porcentagem de desequilíbrios nutricionais foi constatada nas receitas estudadas, predispondo os cães e gatos alimentados a problemas nutricionais, comprometendo a saúde e a longevidade

Posto isso, fica incontestável que a utilização de receitas encontradas pelas pessoas em diversas fontes, que hoje, são de fácil acesso, nem sempre estão em comunhão com as necessidades do animal e o expõe a deficiências nutricionais, denotando a importância de informar os tutores sobre os possíveis riscos envolvidos no fornecimento de uma dieta caseira. O estudo também exemplifica a importância em se ter uma dieta prescrita por profissionais com conhecimento técnico e capacitação (PEDRINELLI, GOMES & CARCIOFI, 2017).

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A nutrição ideal é aquela que está em equilíbrio com as exigências nutricionais de cada animal. Bem como os atuais alimentos industrializados são altamente seguros, atendendo as necessidades diárias de nutrientes dos animais, as dietas caseiras formuladas por um profissional especializado em nutrição animal também podem ser uma ferramenta útil no manejo nutricional dos animais de estimação. Entretanto, mesmo quando uma receita bem formulada é fornecida, a adequação nutricional depende do compromisso e compreensão do proprietário.

REFERÊNCIAS

BRAGANÇA, D., R; QUEIROZ, E., O. Manejo nutricional de cães e gatos e as tendências no mercado pet food: Revisão. PubVet, v. 15, n. 2, p. 162, 2021. Disponível em: <https://www.pubvet.com.br/artigo/7683/manejo-nutricional-de-catildees-e-gatos-e-as-tendecircncias-no-mercado-pet-food-revisatildeo> Acesso em 22 junho 2022.

HEINZE, C. Pets and pet foods – questions and answers. Veterinary Focus, v. 24, n. 3, p. 40, 2014.

MICHEL, E., K. Unconventional Diets for Dogs and Cats. Vet Clin Small Animal, v 36, 2006. Disponível em: <https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0195561606000805?via%3Dihub> Acesso em 23 junho 2022.

NETO, R., F; BRAINER, M., M., A; COSTA, L., F., X; RODRIGUES, G., S; JUNIOR, A., R., O; SOUSA, J., P., B. Nutrição de cães e gatos em suas diferentes fases da vida. Colloquium Agrariae, vol. 13, n. especial, 2017. Disponível em: <http://journal.unoeste.br/suplementos/agrariae/vol13nr2/NUTRI%C3%87%C3%83O%20DE%20C%C3%83ES%20E%20GATOS%20EM%20SUAS%20DIFERENTES%20FASES%20DE%20VIDA.pdf> Acesso em 23 junho 2022.

OGOCHI, R., C., S; REIS, J., S; ZANGERONIMO, M., G; SAAD, F., M., O., B. Conceitos básicos sobre nutrição e alimentação de cães e gatos. Ciência Animal, vol. 1, n. 25., p. 64-75, 2015. Disponível em: <http://www.uece.br/cienciaanimal/dmdocuments/palestra06_p64_75.pdf> Acesso em 25 junho 2022.

OLIVEIRA, M., C., C; BRUNETTO, M., A; SILVA, F., L; JEREMIAS, J., T; TORTOLA, L; GOMES, M., O., S; CARCIOFI, A., C. Evaluation of the owner’s perception in the use of homemade diets for the nutricional management of dogs. Journal of Nutricional Science, 2014. Disponível em: <https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4473168/> Acesso em 21 junho 2022.

PEDRINELLI, V. GOMES, M., O., S; CARCIOFI, A., C. Analysis of recipes of homeprepared diets for dogs and cats. Cambridge University Press, 2017. Disponível em: <https://www.cambridge.org/core/journals/journal-of-nutritional-science/article/analysis-of-recipes-of-homeprepared-diets-for-dogs-and-cats-published-in-portuguese/2EAE9E097FE78EF0C0B3D6B045147C82>

Acesso em 23 junho 2022.

PEDRINELLI, V; ZAFALON, R., V., A; RODRIGUES, R., B., A; PERINI, M., P; CONTI, R., M., C; VENDRAMINI, T., H., A; BALIEIRO, J., C., C; BRUNETTO, M., A. Concentrations of macronutrients, minerals and heavy metals in home prepared diets for adult dogs and cats. Scientific Reports, 2019. Disponível em: <https://www.nature.com/articles/s41598-019-49087-z> Acesso em 24 junho 2022.

PEREIRA, L., P., A., B; SILVA, R., S., T; FERRER, D., M., V; BARRETO, N., B; STURN, B., R. Percepção de tutores de cães e gatos em relação aos alimentos industrializados. Revista de Medicina Veterinária do UNIFESO, v. 1, n. 1, 2021. Disponível em: <https://revista.unifeso.edu.br/index.php/revistaveterinaria/article/view/2798/965> Acesso em 25 junho 2022.

REINO, F., F; ABRANTES, D., A; CHEDID, R., A. A alimentação natural para cães e gatos. Jornal MedVet Science FCAA, vol. 2, n. 2, 2020. Disponível em <http://www.fea.br/wp-content/uploads/2020/11/Nutricao-v.2-n.2-103p.-2020.pdf#page=44> Acesso em 20 junho 2022.

TEIXEIRA, F., A; SANTOS, A., L., S. Deficiências nutricionais graves em cão recebendo dieta de eliminação caseira. 2016. Disponível em: <https://www.premierpet.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Compilado-2o-Premio-de-Pesquisa-2016.pdf> Acesso em 20 junho 2022.

VENDRAMINI, T., H; PEDRINELLI, V; MACEDO, H., T; ZAFALON, R., V., A; RISOLIA, L., W; RENTAS, M., F; MACEGOZA, M., V; GAMEIRO, A., H; BRUNETTO, M., A. Homemade versus extruded and wet comercial diet for dogs: cost comparison. Journal Plos One, 2020. Disponível em: <https://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0236672> Acesso em 24 junho 2022.

Lilian Stefanoni Ferreira Blumer

Graduação em Medicina Veterinária pela Unesp - Campus Araçatuba Residência em Clínica Médica de Pequenos Animais pela Unesp - Campus de Jaboticabal Mestrado em Medicina Veterinária com ênfase em Nefrologia e Urologia de cães e gatos pela Unesp - Campus de Jaboticabal Membro do Colégio Brasileiro de Nefrologia e Urologia Veterinárias - CBNUV Professora de graduação e pós-graduação em Faculdades de Medicina Veterinária Atendimento em Nefrologia de cães e gatos.

Ana Carolina de Araújo Martins da Silva

Graduanda do 8º semestre de Medicina Veterinária pela Universidade Paulista (UNIP).

Ana Laura Frazão Laguna

Graduanda do 8° semestre de Medicina Veterinária pela Universidade Paulista (UNIP Swift). Realiza revisão sistemática comparando resíduos de enrofloxacina em ovos e resíduos de clorpirifós em leite em diferentes países.

Bianca Anholon Da Silveira

Graduanda do 8º semestre de Medicina Veterinária pela Universidade Paulista (UNIP Swift). Realiza Iniciação científica avaliando a ocorrência, fatores de risco e possíveis impactos do isolamento social, derivado da pandemia de Covid-19, na síndrome da ansiedade por separação em cães. Integrante do grupo de estudos de animais silvestres (GEAS - UNIP Campinas-SP).

Catarina Dias Lima

Graduanda em Medicina Veterinária pela Universidade Paulista (UNIP). Atualmente participa do Grupo de Estudos de Medicina Felina (GEMFEL - UNIP Campinas). É monitora da matéria Histologia dos Sistemas e realiza Iniciação Científica na área de Vigilância Epidemiológica, traçando perfis de tutores que participam de campanhas de castração no município de Campinas-SP, correlacionando com controle populacional de animais de companhia e controle de zoonoses.

Isabela Leite Santos

Graduanda do 8º semestre de Medicina Veterinária pela Universidade Paulista (UNIP Swift). Técnica em Química pelo Colégio Técnico Bento Quirino (2018), com experiência em monitoria de laboratório. Realiza Iniciação científica avaliando a ocorrência, fatores de risco e possíveis impactos do isolamento social, derivado da pandemia de Covid-19, na síndrome da ansiedade por separação em cães. Integrante do grupo de estudos de pequenos animais (GEPETS - UNIP Campinas).

Verônica Giopatto Catalani

Graduanda em Medicina Veterinária pela Universidade Paulista - UNIP (8º Semestre). Estagiária no Centro Veterinário Hermínia Sanchez, atuando na rotina clínica e cirúrgica de pequenos animais e monitora na matéria de Histologia dos Sistemas (atual). Realiza iniciação científica na área de vigilância epidemiológica, traçando perfis de tutores que participam de campanhas de castração no município de Campinas-SP e correlacionando com controle populacional de animais de companhia e controle de zoonoses. Participa do Grupo de Estudo de Pequenos Animais (GEPETS - UNIP Campinas).

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