Disbiose Cutânea em cães e gatos: atualizações científicas e soluções práticas com a linha Dermoclean, da Ibasa

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Por assessoria de imprensa

RESUMO
A disbiose cutânea tem se destacado como um fator-chave nos quadros dermatológicos de cães e gatos.
Este artigo apresenta uma atualização técnico-científica sobre o tema, abordando diretrizes recentes em dermatologia veterinária, e analisa casos clínicos nacionais que demonstram a eficácia da Linha Dermoclean Ibasa no manejo da microbiota cutânea. Combinando ciência e prática, discutimos como o equilíbrio do microbioma pode ser restaurado com protocolos tópicos acessíveis, seguros e eficazes.

INTRODUÇÃO
As doenças dermatológicas representam um dos principais relatos clínicos na rotina de atendimento veterinário de pequenos animais. A disbiose cutânea, definida como o desequilíbrio da microbiota residente da pele, tem recebido atenção crescente, sobretudo por sua relação com dermatoses crônicas, infecções recidivantes e processos inflamatórios persistentes.
A microbiota comensal atua como uma barreira natural, competindo com patógenos, além de participar da regulação do sistema imune, modulando a resposta inflamatória. No entanto, alterações hormonais, uso prolongado de antibióticos, desequilíbrios nutricionais ou até mesmo banhos com produtos inadequados podem predispor à disbiose.
Diretrizes atualizadas da International Society of Veterinary Dermatology (ISVD) e de estudos publicados em periódicos como Veterinary Dermatology e Journal of Small Animal Practice reforçam a importância do manejo tópico no restabelecimento desse equilíbrio.

DISBIOSE CUTÂNEA: NOVIDADES
Avanços recentes em metagenômica têm permitido caracterizar com maior precisão a microbiota cutânea de cães e gatos. A partir destes dados, podemos concluir que a proliferação de Staphylococcus pseudintermedius em contextos de disbiose cutânea está associada à patogênese de piodermites em cães.
Estudos recentes sugerem, ainda, que terapias tópicas com ação antisséptica, hidratante e suavizante são essenciais para romper o ciclo inflamatório e restaurar a função da barreira cutânea.
Produtos que associam ação bactericida, agentes emolientes e veículos de liberação controlada têm demonstrado boa eficácia sem comprometer a microbiota benéfica, diferentemente de antibióticos sistêmicos.

LINHA DERMOCLEAN IBASA: CIÊNCIA APLICADA À PRÁTICA
A Linha Dermoclean da Ibasa foi desenvolvida com foco no suporte à saúde da pele, especialmente em quadros de disbiose. Formulada com hipoclorito de sódio, tenso ativos suaves, D-pantenol, alantoína e glicerina, a linha Dermoclean limpa, hidrata e preserva a barreira cutânea, sendo comercializada em duas versões:
– Shampoo Dermoclean – Uso semanal com ação antisséptica e de remoção de crostas.
– Mousse Dermoclean – Uso diário, com aplicação localizada, prática e eficaz, em veículo de rápida absorção, sem necessidade de enxágue.
A seguir, apresentamos três casos clínicos que demonstram os resultados obtidos por médicos-veterinários brasileiros.

CASOS DE SUCESSO: DERMOCLEAN
1. Canino da raça Shih Tzu, 10 anos: Paciente com piodermite recorrente e histórico de disbiose cutânea. Tratamento tópico exclusivo com shampoo e mousse Dermoclean resultou em melhora clínica de 60% após 7 dias e remissão total das lesões em 14 dias, sem uso de antibióticos sistêmicos.

2. Canino da raça Shih Tzu, 11 anos: Animal com hipotireoidismo e piodermite de repetição, apresentando alopecia simétrica, crostas e prurido. Após 15 dias de uso do Mousse Dermoclean, a pontuação CADESI caiu para 15, indicando melhora significativa do quadro.

3. Felino SRD, 3 anos: Paciente com diagnóstico de complexo granuloma eosinofílico. A introdução do Mousse Dermoclean, associado à imunomodulação com ciclosporina e corticosteroides, permitiu redução visível das lesões em 5 dias e resolução completa em 21 dias, com relato de conforto evidente por parte do tutor.

DISCUSSÃO
A atuação de produtos tópicos como os da Linha Dermoclean vai além do controle superficial de lesões. Eles contribuem para o restabelecimento da microbiota comensal da pele, favorecendo o controle de microrganismos potencialmente patogênicos, com alta aceitação por parte dos tutores e médicos-veterinários.
A vantagem do mousse sem enxágue é notável, sobretudo em animais idosos, com dor crônica, restrições físicas ou em felinos, nos quais o manejo com banhos é desafiador. Essa praticidade impacta diretamente na adesão ao tratamento e, por consequência, nos resultados clínicos.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
O crescente reconhecimento da importância da disbiose cutânea como fator desencadeante ou agravante das dermatoses em pequenos animais reforça a necessidade de abordagens terapêuticas modernas e conscientes. Os produtos da Linha Dermoclean da Ibasa têm demonstrado, na prática clínica, serem ferramentas valiosas nesse contexto.
Com respaldo técnico, formulações seguras e resultados documentados, a Dermoclean se posiciona como aliada do médico-veterinário no cuidado dermatológico de cães e gatos, oferecendo qualidade de vida aos pacientes e confiança aos tutores.

REFERÊNCIAS:
Bond, R., et al. (2020).The skin microbiome of dogs and its importance in health and disease. Veterinary Dermatology, 31(4), 227– e51.
Santoro, D. (2022). Managing canine pyoderma: when and how to treat dysbiosis. JSAP,63(9), 670–675.
International Society of Veterinary Dermatology – Guidelines (2023).
Casos clínicos de sucesso – Linha Dermoclean Ibasa (2023-2024), arquivos internos.
Yamazaki, K., et al. (2021).Topical therapies in canine dermatology: impact on microbiome. Vet Rec Open, 8(1), e13.